Braz Neto, Advogado

Braz Neto

(1)Rio Verde (GO)
0seguidor1seguindo
Entrar em contato

Principais áreas de atuação

Direito do Consumidor, 11%
Direito do Trabalho, 11%
Contratos, 11%
Direito de Propriedade, 11%
Outras, 56%

Correspondência Jurídica

Serviços que realizo como correspondente jurídico
Peças
Andamentos
Exame de processos
Análises
Mandados
Audiências

Primeira Impressão

(1)
(1)

1 avaliação ao primeiro contato

Comentários

(3)
Braz Neto, Advogado
Braz Neto
Comentário · há 2 anos
Permita-me discordar deste seu ponto de vista pretensioso, Autor do artigo.

Inicialmente, noto que você expressa sua opinião como se fosse a única forma válida de se tratar o assunto, debochando de argumentos que, mesmo que baseados em emoção, exprimem o pensamento da maioria da população brasileira.

Favor, quando se manifestar em público, expressar sua opinião de uma maneira que demonstre a natureza de opinião, e não de verdade absoluta, como o seu tom arrogante faz parecer.

Discordo do seu ponto de vista quando diz que o tráfico de drogas é um crime sem vítima. Também quando diz que o dano que a vítima sofre em um furto é unicamente patrimonial. Não preciso nem explicar minhas razões. Raciocinando o mínimo que o cérebro humano é capaz, acho que o senhor conseguirá me entender.

Repudio sua fala de que "a vítima em concreto de qualquer que seja o crime sobre o qual se discute não é motivo de preocupação verdadeira".

Ao abordar esse assunto, sugiro que não traga estatísticas e trate a vida humana como se não tivesse valor. Ao meu ver, a ponderação sobre esse tipo de tema demanda uma análise pormenorizada, de caso a caso, de maneira a estudar, entender e sugerir uma solução, baseando-se nos motivos do autor do crime, as consequências trazidas à vítima, o sentimento da vítima, o anseio da sociedade, a recuperação da vítima (quando possível), a punição severa ao agressor, a recuperação do agressor (quando possível), devendo sim ser estabelecida uma relação entre a completa restauração da vítima para a possibilidade de reintegração do agressor à sociedade.

Na minha opinião, vítima deveria ser o centro das atenções, não o agressor.

Recomendações

(4)
Edu Rc, Analista de Desenvolvimento de Sistemas
Edu Rc
Comentário · ano passado
"Ter praticado um crime não torna a pessoa uma criminosa."
-> Não?? Vamos sugerir mudança no dicionário então.

"Muitas vezes aquela é a primeira infração. Muitas vezes nem é “bandido”. Pode ter sido apenas a ocasião. Vai saber o que aconteceu na vida da pessoa para que ela fizesse o que fez."
-> Convence as 60.000 famílias que todos os anos precisam enterrar um ente querido. Aos milhares de trabalhadores que foram agredidos e ainda perderam o bem pelo qual tanto trabalharam para conseguir. Diga à família no momento do enterro "Olha, isto foi apenas um evento isolado na vida daquele infeliz, tenho certeza que ele não queria matar, apenas aconteceu um acidente de percurso que resultou na morte do seu pai/marido. Tudo bem que agora vocês vão perder uma fonte de renda, mas faz parte da vida né"

"Já parou para pensar que a partir do momento em que rotulamos uma pessoa por praticar um ato considerado criminoso, chamando-a de bandido, ladrão, traficante, assassino, …, transformando-a em algo que muitas vezes não é, estamos influenciando diretamente na transformação dela naquilo que afirmamos que ela é?"
-> Quem não quer ser rotulado de criminoso, não comete crime.

"O indivíduo não é necessariamente um bandido, mas o rótulo, após tanto ser repetido, é absorvido e se torna integrante daquele ser. Se não era, tem grandes chances de agora ser."
-> Há anos chamamos marginal de vítima da sociedade, nem por isto a criminalidade reduziu.

"E esse rótulo acompanha o indivíduo por um longo período. Em vários lugares e momentos ele será lembrado de que é “bandido”."
-> Quem quer ser considerado trabalhador, trabalha.

A quantidade de pessoas com pena de trabalhador fora da lei é incrível... Podiam ter pena das vítimas também.

Apenas um comentário extra: estamos falando de um país em que MENOS de 10% dos assassinos são descoberto, o que não necessariamente significa punido. Imagina para roubos, furtos e agressões como não é... E ainda assim a proposta é protegê-los do que fizeram?

Já que não posso usar o dicionário como referencia, depois de quantos assaltos, estupros, venda de drogas, de assassinatos podemos transformar a ação no que está dicionarizado? Isto vale também para os corruptos que vemos regularmente desviar dinheiro público, ou a eles é reservado um tratamento mais rigoroso que aos demais crimes?

Perfis que segue

(1)
Carregando

Seguidores

Carregando

Tópicos de interesse

(7)
Carregando
Novo no Jusbrasil?
Ative gratuitamente seu perfil e junte-se a pessoas que querem entender seus direitos e deveres

Outros advogados em Rio Verde (GO)

Carregando

ANÚNCIO PATROCINADO

Braz Neto

Rua Flor de Maio - Goiás (Estado) - 75906-780

Rua Flor de Maio - Goiás (Estado) - 75906-780

Entrar em contato